domingo, 11 de abril de 2010



Querido Artur

Você é umas das mais bonitas provas do quanto a virtualidade é o mais concreto dos mundos. O que me tocou quando te conheci foi a sua forma de ressignificar as palavras. Cansada de ler “batatinhas quando nascem”, sempre desejei alguma coisa nova... Alguma criação revolucionária que pudesse sair da mesmice, que pudesse mudar a vida, reinventando a paixão.

Suas palavras enlouquecem verbos, deliram na musicalidade de quem ama e deve também fazer estragos aos quadradinhos que querem rotular tudo numa corrente literária, sem compreender as energias que transcendem escolas.

Dizer que admiro você, frente a este contexto, parece pouco: EU DELIRO POR VOCÊ!!!!

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